5 Razões para contratar um sistema de gestão de energia e utilidades na nuvem

Publicado por Júlia Assis em qui, 28/06/2018 - 13:19
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Confira algumas dicas de como um sistema de gestão de energia e utilidades em nuvem pode tornar seu negócio confiável, escalável e eficaz.

 

Um sistema de gestão de energia e utilidades oferece à empresa benefícios como aumento de eficiência energética e redução de custos, além de tratar questões regulatórias, funcionar como ferramenta de apoio a certificações e contribuir com o meio ambiente. Porém, antes de adquirir um sistema de gestão de energia e utilidades algumas perguntas vêm à mente do gestor: “Qual será meu retorno financeiro? Quanto será gasto? Quais as vantagens em optar por um sistema em nuvem e não na minha infraestrutura?”

É necessário escolher uma boa plataforma de suporte ao negócio para que esse sistema traga o retorno esperado. A análise financeira desse investimento pode ser feita a partir do cálculo de TCO (Total Cost of Ownership ou Custo Total de Propriedade), que compara o custo de execução de um sistema em um ambiente local ou em nuvem. Cada vez mais pensa-se na redução de custos sem comprometer a qualidade e, com a computação em nuvem, é possível conseguir um ambiente seguro, rápido, com recursos customizados e acessível a partir de qualquer dispositivo, sem demandar altos investimentos com infraestrutura e hardware.

Confira neste artigo porquê mais empresas tem investido nessa tecnologia e como alavancar seu negócio adquirindo ou migrando seu sistema de gestão de energia e utilidades para nuvem.

 

Computação em nuvem: o que essa tecnologia representa no cenário atual

No mundo da Indústria 4.0, a computação em nuvem tem se tornado cada vez mais popular por oferecer flexibilidade e facilidade no provisionamento de sistemas.

Apesar do conceito de computação em nuvem ter surgido na década de 60, apenas nos anos 2000 essa tecnologia tornou-se difundida e altamente aplicada nas organizações. O setor de Cloud Computing é o segmento que mais cresceu no Brasil em 2017, representando cerca de 51,7%, segundo pesquisa divulgada pela Brasscom. Esse avanço reflete a mudança de mindset das empresas e como performance e segurança tem sido fatores primordiais na aquisição de novos serviços.

Segundo reportagem do site CIO, 96% das empresas do mundo utilizam de alguma forma os serviços em nuvem, sendo que 81% das empresas já operam com estratégia multi-nuvem.

O termo “nuvem” é altamente utilizado quando queremos falar de armazenamento, solução ou execução de sistemas em uma rede externa. Existem três tipos de serviços em nuvem:

  • Nuvem pública, que oferece serviços através de um ambiente virtualizado e acessível pela internet. É o tipo de nuvem mais barato pois compartilha recursos com os demais usuários e o cliente paga apenas pelos recursos utilizados;
  • Nuvem privada, que oferece serviços para uso exclusivo do cliente. É o tipo de nuvem indicada para empresas que possuem dados frágeis ou que demandem um ambiente mais robusto;
  • Nuvem híbrida, que oferece todos os recursos disponíveis nas nuvens públicas e privadas. É indicada para organizações que precisam redimensionar o recurso do seu sistema com frequência, sem perder em armazenamento ou processamento.

A escolha do tipo de nuvem varia com a necessidade do cliente e, atualmente, existe uma gama de provedores em nuvem, com serviços e preços variáveis.

 

Vantagens da adoção de um sistema de gestão de energia e utilidades na nuvem

Em se tratando de um sistema de gestão de energia e utilidades, sabemos que um grande volume de dados precisa ser tratado, documentado e analisado, de forma a obter informações que gerem melhor utilização da energia, redução de gastos e, consequentemente, retorno financeiro e vantagem competitiva.

Além da escolha de um bom sistema de gestão de energia e utilidades, também é necessário avaliar como esse serviço será disponibilizado. Uma infraestrutura local pode demandar tempo e recursos acima do esperado quando comparado a tecnologia em nuvem. Abaixo, elencamos cinco motivos pelos quais a infraestrutura em nuvem deve ser adotada de forma a proporcionar a seu sistema de gestão de energia e utilidades, menor TCO.

1. Disponibilidade

A garantia que o sistema estará sempre acessível é dada pelo provedor em nuvem, de acordo com SLA (Service Level Agreement ou Acordo de Nível de Serviço) previamente definido. O acesso pode ser feito de qualquer dispositivo que possua acesso à internet. Tiers mais altos de datacenter, redundância de rede, energia e refrigeração garantem maior disponibilidade.

2. Investimento

Uma infraestrutura local deixa de ser necessária, eliminando custos com aquisição de máquinas, contratos de rede e instalação de servidores. O provisionamento em nuvem oferece diferentes pacotes de serviço, levando em conta hardware, memória, vCPUs e outras especificações necessárias para um bom funcionamento e performance do sistema. Além disso, provedores em nuvem oferecem armazenamento premium em discos SSD, que garantem persistência, segurança, baixa latência e alta taxa de transferência de dados.

3. Segurança

Uma vez alocados em nuvem e com acordo de nível de serviço definido, os sistemas têm seus dados distribuídos em datacenters, protegidos contra acessos indevidos, vulnerabilidade ou possíveis ataques de agentes maliciosos, além de backups agendados, firewall e controle do fluxo de entrada e saída de informações. Disponibiliza também a configuração de VPNs, para que o acesso seguro de outras máquinas da rede seja estabelecido.

4. Flexibilidade

A aquisição de novas máquinas em caso de upgrade do sistema é dispensável. Redimensionamento de discos, acréscimo de memória e demais ajustes não demandam intervenção física nas máquinas, proporcionando um ambiente escalável e flexível, podendo ser ajustado (inclusive automaticamente) de acordo com a exigência do cliente.

5. Monitoramento

Essa é uma das estratégias que mais agrega valor ao produto, visto que antecipar problemas e monitorar ambientes para garantir sua confiabilidade é um diferencial em sistemas em nuvem. Com o monitoramento em nuvem, não é necessária uma equipe dedicada para monitoração, visto que o próprio provedor de nuvem faz isso. É possível extrair relatórios de uso do sistema e de seus recursos, fluxo de dados e logs, além da customização de alertas em caso de falha. Através desses recursos, é possível executar um fluxo de gestão de incidentes detalhado, garantindo que novos problemas sejam previstos e tratados mais facilmente.

 

Conclusão

A adoção da tecnologia em nuvem passou de diferencial à necessidade no mercado competitivo atual. Ao optar por um sistema em nuvem, a vida útil dos equipamentos, a segurança física e outros custos físicos são riscados do investimento, tornando essa aquisição transparente e moldável, de acordo com a necessidade e o crescimento do negócio. Basicamente, o contratante delega responsabilidades (custos de manutenção, monitoramento e segurança) para o provedor em nuvem.

É importante realizar o cálculo do TCO e comparar as possibilidades existentes, para que sejam levantados os custos com a aquisição, a implementação, a manutenção e o suporte do sistema de gestão de energia e utilidades. Para uma melhor análise, diversos provedores disponibilizam calculadoras que comparam o custo para aquisição de um ambiente em nuvem e em um ambiente On-Premises.

Contar com um ambiente seguro, eficiente e escalável é primordial para o sucesso de um sistema de gestão de energia e utilidades. Portanto, realizar benchmarks das plataformas e dos serviços oferecidos e ter os requisitos necessários do ambiente bem definidos são importantes para que a melhor escolha seja tomada.

A Viridis oferece o modelo de comissionamento em nuvem utilizando ambientes de  Cloud Computing, com opção de ambientes em nuvem pública ou privada. Há ainda a opção de se utilizar o ambiente contratado pelo cliente com seus fornecedores de nuvem já existentes. Em ambos os casos, a comunicação de dados com os sites é feita pelo Viridis IoT Gateway, tecnologia desenvolvida pela Viridis exclusivamente para prover integração bidirecional em tempo real com múltiplos sistemas locais, além da execução de procedimentos de borda distribuídos, também conhecidos como Edge Analytics. O comissionamento em nuvem oferece autenticação federada, nuvem pública ou privada, criptografia, entre outros recursos para prover o mais alto nível de confiança e segurança. Clique aqui e sabia mais sobre nossas soluções. 


Analista de Confiabilidade de Software, Viridis

Analista de Confiabilidade de Software da Viridis, formada em Sistemas de Informação pela PUC Minas e cursando pós-graduação em Métodos Ágeis e Práticas DevOps pelo IETEC. Especialista em suporte técnico, infraestrutura de redes, gestão e desenvolvimento de software.

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